A
Bíblia durante séculos vem sendo estudada, meditada, discutida, criticada,
lida, sem contar nos momentos que serve de bibelô para estantes ou de
desodorante para os braços...
Com
tudo, mesmo muitos sendo leitores e pesquisadores da Bíblia desconhecem o poder
científico que ela aborda e ensina em suas entrelinhas.
A
Bíblia tem muito de ciência do que podemos se quer imaginar. Além de um livro
de fé, é também, um livro que nos prova à ciência de que muitos fanáticos
criticam e não aceitam.
Como
o mundo não foi criado de uma explosão, e muito menos o ser humano de uma
ameba, a ciência também, não surgiu do nada. Tudo que conhecemos tem fundo bíblico
cientifico, pois ambos se interlaçam numa combinação de séculos.
Famosos
e “loucos” cientistas consultaram a Palavra para suas teorias, podemos citar
sem dúvida Albert Einstein, que por várias vezes mencionou: “a ciência sem religião é manca; e a
religião sem a ciência é cega”.
E
o que dizer da proteína citocromo C? Já pararam para refletir o quanto as
células são mais complexas do que podemos imaginar?
O
cientista que não sai das criticas é o médico e teólogo Darwin, que ao
contrário do que é evidenciado acerca de sua teoria (entre os menos conhecedores),
Darwin morreu descontente por não poder publicar sua pesquisa da forma que
acreditava ser a evolução das espécies. Foi condenado em sua época, a calar–se diante
de tal assunto. Estudiosos e religiosos entenderam erroneamente sua teoria
evolucionista, e muitos ainda hoje, não há entendem. O que podemos compreender
em Darwin, é que o mesmo além de médico precisou para sua pesquisa fazer uso
dos ensinamentos bíblicos. Então, mais uma vez ciência e religião se manifestam.
As
nações mais sábias da antiguidade como os gregos, acreditavam que a Terra era
sustentada por Atlas, que a carregava nas costas. Os hindus partiam de sua
crença de que quatro elefantes eram os sustentadores da Terra. Os egípcios
criam que o mundo era um grande ovo com asas (3500 anos atrás).
Porém,
para mostrar que a ciência está contida na Bíblia, vamos ler Jó 26.7, “Ele
estende os céus do norte sobre o VAZIO e suspende a Terra sobre o nada”.
Coincidência
cientifica que a mais de três milênios já era relatada a existência do vácuo, o
vazio espacial?
Muitos
séculos passados, os marinheiros tinham medo de navegar por lugares que não
conheciam, pois a época mencionava que a Terra era plana, e isto impedia estes
marinheiros de navegar no desconhecido com medo do mar terminar e caírem em um
abismo. Porém, um homem cristão, conhecedor da Bíblia, não pensava desta forma.
Cristóvão Colombo, provavelmente leu Isaías 40.22 “Ele é o que está assentado
sobre o GLOBO da Terra”. E em 1492, sem medo do terrível abismo, descobriu a
América.
Percebem
que na época de Isaías esta informação era tão clara como hoje.
Outra
forma de antecipar a descoberta cientifica pela Bíblia é estudando Jó 28.25
“Quando regulou o PESO DO VENTO e fixou a medida das águas”.
Uma
época que se falava em pressão atmosférica ou peso do vento, sendo que, apenas
um físico italiano chamado Evangelista Torricelli em 1643, conseguiu afirmar
para o mundo através de um instrumento chamado barômetro que serve para medir o
peso do vento, o que em Jó já era conhecido. Há 3000 anos, a Bíblia se
antecipava à ciência afirmando o peso do vento.
E
porque ainda muitos relutam colocando ciência e religião em uma arena?
Estamos
em pleno século XXI, e a Bíblia continua sendo o livro mais influente do mundo.
Uma literatura de fé, instrução, aprendizagem, correção, repreensão que molda o
ser humano por séculos.
Espero
que possam fazer uma releitura do que vem acontecendo entre ciência e religião.
Pois, o que aqui foi citado é apenas uma parte das inúmeras “descobertas”
existentes.
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